Basicamente, como o próprio nome diz, este processo consiste em "fundir" uma fibra óptica à outra. Este processo não é exatamente simples ou rápido, como se pode ver abaixo.
Para que seja possível a fusão das fibras é necessária a utilização de uma "Máquina de Emenda Óptica" na qual as duas fibras são alinhadas frente a frente, mantendo-se uma pequena distância entre as mesmas. No local onde existe esta pequena distância encontram-se, de forma perpendicular com as fibras, dois "pólos" também alinhados frente a frente um com o outro, todavia, com uma certa distância entre os mesmos. Faz-se necessário passar energia elétrica de um pólo para o outro e devido à distância que existe entre os mesmos são formados arcos voltaicos que aquecem as fibras a temperaturas altíssimas, que provocam a fusão entre as mesmas. Ou seja, a fibra é introduzida na máquina de fusão, limpa e clivada, para, após o delicado alinhamento apropriado, ser submetida à um arco voltaico que eleva a temperatura nas faces das fibras, provocando o seu derretimento e a sua soldagem.
Após o término do processo de fusão, é necessário fazer a cobertura das fibras ópticas nos pontos em que foram feitas as emendas. Para tanto existe um protetor de emenda feito de tubo cilíndrico termocontrátil transparente contendo um elemento metálico em aço inoxidável, o qual tem a finalidade de garantir o reforço mecânico das emendas, protegendo-a contra quebras e fraturas. Após a proteção, a fibra emendada é acomodada em recipientes chamados caixa de emendas. As caixas de emendas podem ser de vários tipos, de acordo com a aplicação e o número de fibras. Umas, por exemplo, são pressurizáveis ou impermeáveis, já outras são resistentes ao sol, para instalação aérea.
O custo de todo o material necessário para este tipo de emenda é alto, pois o processo de "Emenda Óptica por Fusão" exige um custo alto de investimento nos equipamentos para a sua operação. Entretanto, este processo agiliza as instalações e garante uma grande confiabilidade no sistema.
A clivagem, acima citada, é o processo de corte da ponta da fibra óptica. É efetuada a partir de um pequeno ferimento na casca da fibra óptica (risco), a fibra é tracionada e curvada sob o risco, assim o ferimento se propaga pela estrutura cristalina da fibra. A qualidade de uma clivagem deve ser observada com microscópio.
Eleita para substituir os fios de cobre e as redes de micro-ondas, a Fibra Óptica passou por estágios de geração de conhecimento desde 600 AC – Sistema de comunicação visual através de sinais de fogo e estações (humanas) repetidoras. Com os feitos do século XIX: 1870 – O fenômeno de guiamento de luz através de múltiplas reflexões e 1880 – Invenção do Photophone por Alexander Graham Bell caminhou-se para que no século XX culmina-se no aparecimento da fibra conforme: 1930 – As primeiras experiências de transmissão de luz em fibra de sílica; 1951 – Transmissão de imagens através de feixes de fibras em curta distância (alguns metros – medicina), 1958 – O protótipo de Fibra óptica; 1960 - Invenção do Laser, 1966 - Fibra com atenuação de 2.000dB/Km e 1970 - Fibra com atenuação 20dB/Km.
Um grande marco foi em 1970, na empresa Corning(EUA) cientistas conseguiram transmitir a luz sem grande perda e com baixo calor, dois problemas que permeavam a Fibra Óptica da época.
Sob o oceano, o primeiro cabo submarino de Fibra Óptica foi implantado em 1982 nas Ilhas Canárias e mais tarde em 1988 foi construído o cabo que liga os EUA (Tuckerton, NJ) à Europa (Widemouth na Inglaterra e Penmarch na França) em uma distância superior a 7.500 km. Atualmente os cabos submarinos de Fibra Óptica estão interligando todos os continentes habitáveis conforme a imagem acima.
Na Inglaterra, desde 1987, opera um sistema com cabo óptico submarino, interconectando Dartmouth à ilha de Guernsey no Canal da Mancha, numa distância de 135 km sem repetidores.
Fibra Óptica no Brasil
A primeira Fibra Óptica puxada no Brasil foi em abril de 1977, localizada em uma torre de dois metros de altura no Instituto de Física Gleb Wataghin (IFGW) da Unicamp.
O que é uma Fibra Óptica?
A Fibra Óptica é um material polimérico ou de vidro com capacidade de transmitir luz. É um fenômeno físico denominado reflexão total da luz, ela deve sair de um meio mais refringente para um meio menos refringente e o ângulo de incidência deve ser igual ou maior do que o ângulo limite (também chamado ângulo de Brewster), conforme figura abaixo.
Ângulo de Brewster (também conhecido como ângulo de polarização) é um ângulo de incidência para o qual os raios refletidos e os refratados são perpendiculares entre si.
Estrutura Interna
Conforme figura abaixo, o cabo de Fibra Óptica possui geralmente cinco partes: proteção plástica, fibra de fortalecimento, revestimento interno camada de refração e núcleo.
A Proteção Plástica é uma proteção externa, para evitar que o desgaste natural ou as situações anômalas do tempo representem interferências no sistema. A Fibra de Fortalecimento protege a fibra de vidro de quebras que podem acontecer em situações de torção do cabo ou impactos no transporte. O Revestimento Interno (Coating) isola todos os impactos externos e também evita que a luz natural atinja as fibras de vidro internas, o que poderia resultar em interferências muito fortes em qualquer que seja o sinal. A Camada de Refração (Cadding) parte mais importante do processo de transmissão de luz, é responsável pela propagação de todos os feixes de luz. O Núcleo (Core) é o local onde ocorre a transmissão dos pulsos de luz.
Tipos de Fibras Ópticas
As Fibras Ópticas possuem dois tipos básicos: as fibras Modo Único (Monomodo) e as fibras Modo Múltiplo (Multímodo) conforme figura abaixo.
As Fibras de Modo Único (SMF – Single Modo Fiber) – Monomodo - necessitam apenas um sinal de luz, pois possuem uma maior banda passante e menor dispersão Com uma menor dimensão (menor que 10 mícron), geralmente usa-se lazer para emissão da luz. Exemplos: Single Mode (SM - G.652 ITU-T), Dispersion Shifted (DS - G.653 ITU-T), Non Zero Dispersion, (NZD - G.655 ITU-T), Low Water Peak (LWP - G.652D ITU-T).
As Fibras de Modo Múltiplo (MMF – Multiple Mode Fiber) - Multímodo (50/12µm e 62,5/125 µm) - permitem a utilização de LED para emissão de luz e necessita de pouca precisão nos conectores para junções e extensões. Esta fibra é utilizada em curtas distâncias e utiliza tamanhos entre 50 e 300 sem perda de dados.
Tipos de Emendas
Óptica por Fusão - O processo consiste em "fundir" uma fibra óptica à outra. Para que seja possível a fusão das fibras é necessária a utilização de uma "Máquina de Emenda Óptica"
Óptica Mecânica - Este processo consiste em alinhar duas fibras através do uso de um tipo de "luva" especialmente desenvolvida para tal finalidade, a qual mantém estas fibras posicionadas frente a frente, sem uni-las definitivamente. O custo de investimento em materiais para a operação deste tipo de processo é relativamente reduzido, porém não é aconselhável em sistemas que exijam uma grande confiabilidade.
Óptica por Conectorização - Este processo é bem semelhante ao processo de Emenda Mecânica, onde duas fibras devem ser alinhadas. Entretanto, em cada fibra é colocado um conector óptico e estes dois conectores são encaixados em um acoplador óptico de modo a tornar possível o alinhamento entre as fibras, sem uni-las definitivamente. Este processo é o menos aconselhável de todos, já que apesar do custo mais reduzido é o que demanda maior tempo para realização.
Status da Fibra Óptica
Vantagens:
Totalmente imune a interferências eletromagnéticas e ruídos; Os dados não serão corrompidos durante a transmissão; Não conduz corrente elétrica;
Tamanho reduzido em relação a outros cabos; Capacidade elevada de transmissão (largura de banda);
Espaçamento grande entre os repetidores devido à baixa atenuação; Sem risco de fogo ou centelhamento.
Desvantagens
Custo de implementação;
Custo de construção;
Fragilidade das fibras sem encapsulamento;
Problemas de perda de dados em conexões (principalmente tipo T)
Aplicação
Atualmente o cabeamento utilizando fibras ópticas estão nos sistemas telefônicos, de vídeo conferência, redes locais (LANs), interligação de prédios; conectividade entre empresas e Redes Metropolitanas, conexão em alta velocidade entre usuários (finais) e provedores de Internet, links redundantes, tráfego telefônico entre torres de transmissão de telefonia celular e a rede pública, ambientes hostis, ambientes com alto nível de interferência eletromagnética, links com necessidade de segurança no tráfego das informações entre outras aplicações.
Conexão
As figuras abaixo apresentam os principais conectores de Fibra Ópticas vendidos no mercado atualmente.
D4 / SC Duplex / SMA
ST / LC / MTP
MTRJ / VOLITION / E2000
ESCON / FC / FDDI
BICONIC / SC
Os conversores de mídia convertem uma Fibra Óptica em outra tecnologia de transmissão. Por exemplo, no modelo da figura abaixo, a entrada é ST e a saída é de conexão RJ45 utilizada em cabos de par trançado.
O Fiber Channel é a tecnologia da camada de enlace predominante de armazenamento em rede (Storage Area Networks,SANs) com interfaces que atingem velocidades acima de 100mbps. Ela surgiu como tecnologia substituinte dos discos SCSI (Small Computer System Interface) para backup, recuperação de dados e espelhamento (mirroring), graças ao seu menor custo e à sua capacidade de cobrir maiores distâncias. O Fiber Channel pode ser carregado diretamente sobre a camada óptica utilizando-se o DWDM (Wavelength Division Multiplexing).
Velocidade de Tráfego
Na tabela abaixo, são listadas a janela (nm), a distância máxima(m) e a velocidade de seis fibras multiponto 62,5/125 µm, duas fibras multiponto 50/125µm e três fibras do tipo monomodo.
O acesso inicial do MP4100 é feito via acesso serial usando-se um emulador de terminal conectado à porta Control da CL-A
( Velocidade 9600 )
Usuario : su
Senha : 1234
RECUPERANDO AS DEFINIÇÕES DE FABRICA
No prompt do equipamento digiteADMIN
Note que, agora você esta dentro da pastaadmin#
Digite FACTORY-DEFAULT e a seguir digiteY
Note que o MP4100 iniciara e retornara com as definições padrões do sistema e pronto para ser ativado com as nossas configurações .
DEFININDO NOME PARA O EQUIPAMENTO
A partir da raiz do MP4100 digite CONFIG e , em seguida, SYSTEM>
mp4100>config>system# name LABORATÓRIO
mp4100>config>system#commit Result : ok LABORATORIO>config>system#
Ira aparecer no seu prompt de comando desta forma
O comando COMMIT é um comando de auditoria execultado após qualquer comando verifica se a ação a ser realizada por esse comando está correta ou se falta alguma definição para a validação da ordem anterior ao COMMIT .
Caso todas as informações estejam corretas, apresentara a causa da não-conformidade .A ação so efetiva durante o instante em que o MP4100 estiver energizado portanto para validar um comando efetivamente o usuario deverar digitar SAVE . Caso haja um problema não identificado e você deseja não trata-lo agora estaremos utilizando o comando DISCARD-CHANGES e retorne a condição inicial, havera a mensagem de erro do COMMIT -( mismatch ) porque as placas estão plugadas e não estão ainda inseridas logicamente !!!
CONFIGURANDO
O IP ADDRESS DE GERÊNCIA
Durante os
procedimentos de configuração de informações TCP IP no MP4100
SVI - É
uma entidade intermediaria entre a Bridge/Roteador e uma outra porta
ethernet .
BIND
– União entre entidades .
GERÊNCIA
IP Address : 10.10.10.75 Mascara : 255.255.255.0 . A inserção do endereço do HOST
será feito em router 1
Digite LABORATORIO>config e a seguir ROUTER1 Digite INTERFACE 9999 e então o endereço ADDRESS 10.10.10.75/24 Coloque o interface emNO SHUTDOWN Digite INFO DETAIL para observar os detalhes da configuração dessa entidade ... Ira aparecer no seu prompt de comando desta forma ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- / LABORATORIO>config>router(1)>interface(9999)# address 10.10.10.75/24 / LABORATORIO>config>router(1)>interface(9999)# inf detail
/ address 10.10.10.75/24 / name "Put your string here" / bind svi 9999 / no shutdown ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------ LABORATORIO>config>router(1)>interface(9999)# * Você pode agora pingar as CLs CONFIGURANDO O GATEWAY DA REDE Dentro de #ROUTER(1) digite STATIC-ROUTE 0.0.0.0 ADDRESS 10.10.10.1 Digite NO SHUTDOWN Digite INFO DETAIL para verificar se as informações foram inseridas a contento
Ira aparecer no seu prompt de comando desta forma ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- / LABORATORIO>config>router(1)# inf detail / interface 9999 address 10.10.10.75/24 / name "Put your string here" / bind svi 9999 / no shutdown / exit / arp-timeout 1200 / static-route 0.0.0.0/0 address 10.10.10.1 priority 1 / / LABORATORIO>config>router(1)# ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
CONFIGURANDO DO SERVIDOR SNMP PARA ENVIO DE TRAPS No nosso exemplo, estamos considerando o IP Address do servidor: 10.16.135.50 LABORATORIO>config&mngmnt# manager 10.16.135.40 Ira aparecer no seu prompt de comando desta forma
CONFIGURANDO AS COMMUNITIES Acesse em CONFIG MNGMNT e a seguir digite COMMUNIT READ PUBLIC WRITE PRIVATE TRAP PRIVATE Determine os atributos das comunidades de Escrita e Leitura . ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- LABORATORIO>config>mngmnt>snmp# community read public write private trap private LABORATORIO>config>mngmnt>snmp# inf detail snmp-engine-id mac 00-20-D2-50-85-66 no snmpv3 community read "public" write "private" trap "private" LABORATORIO>config>mngmnt>snmp# ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
HABILITANDO O SNMP Dentro do mesmo diretórioLABORATORIO>config>mngmnt>access#snmp ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- / LABORATORIO>config>mngmnt>acesss#snmp / LABORATORIO>config> mngmnt>acesss#inf detail telnet ssh snmp auth-policy 1st-level local LABORATORIO>config>mngmnt>acesss# ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Modem Shdsl ASMI-54C Novo Modem na Planta da Vivo Modem Shdsl.bis (ASMI-54L)
O Modem Shdsl.bis lado assinante suporte uma interface E1 e quatro interfaces FastEthernet 10/100Mbps;
Conformidade com padrões SHDSL ( ITUT G.991.2 e ETSI 101524 )5.7 Mbps sobre 2 fios ou 11.4 Mbps
sobre 4 fios .
Bonding de EFM
Bonding M-Pair para HDLC conforme G.991.2
Codificação de linha TC-PAM 16 ou TC-PAM 32
Switching e bridging de Ethernet
Suporte e priorização VLAN e QoS Ethernet
A-54 ASMi avançado SHDSL.bis modem é um dispositivo gerenciado com alta densidade de portas para estender E1 e serviços Ethernet mid-band sobre multi-par links de cobre ligados. Ele permite alta flexibilidade de implantação, apoiando drop-and-insert (cadeia) e topologias em anel, bem como ponto-a-ponto e conectividade hub-and-spoke. Garantindo um desempenho confiável ao longo de má qualidade ou linhas ruidosas, o dispositivo utiliza a tecnologia SHDSL próxima geração e opera em modo full duplex em até 8 linhas de arame para alcançar taxas de dados variáveis para 22,8 Mbps.
O ASMi-54 é ideal para operadoras, provedores de serviços e operadoras de telefonia móvel, bem como para as empresas, serviços públicos e empresas de transporte. Parte da AXCESS + carteira de acesso multiserviço e soluções de primeira milha, ele também pode funcionar como um Pico-DSLAM para tráfego agregado de unidades ASMi-54L remotos.
Modulo tele-alimentado tensão 120v ... Ativação e desativação do envio da alimentação remota são realizado através de comandos de software .
Regenerador SHDSL.BIS 4 FIOS
O Regenerador S-RP/4W ampliam o alcance de transmissão do modem usando codificação de linha
SHDSL ou SHDSL.bis ( TC-PAM 16 ou TC-PAM 32 ) Mesmo considerando que o modem alcance imunidade a ruído em comparação com outras tecnologias DSL o alcance máximo destes modem com configurações simples ponto-a-ponto ( LTU- NTU ) não é suficiente para algumas aplicações .
A tensão de saída da transmissão é de 121 DC e também após a saída do regenerador 121 DC este regenerador aceita o fechamento do curto no DG Central sendo assim o técnico poderá verificar a Resistência de enlace
Datacom_2290# EFM Script conf ip snmp-server community modemEFM ro ip snmp-server community modemEFM rw ip snmp-server ip snmp-server contact vivo ip snmp-server location cliente interface g.shdsl 1 group members 1 2 3 4 exit interface ethernet 1 switchport native vlan 10 no shutdown exit interface vlan 10 set-member tagged g.shdsl 1 set-member untagged ethernet 1 no shutdown exit interface mgmt g.shdsl vlan 100 ip address 10.118.185.211/25 no shutdown exit ip route 0.0.0.0/0 10.118.185.1 hostname Datacom_dm2290 exit Datacom_2290# copy running-config startup-config Salvar as configurações
reboot
– Interface g.shdsl MODEM DIGISTAR EFM SCRIPT enable < habilita o prompt do modem > configure terminal <conf t > hostname < com o nr do LP > logging remote 200.204.1.4 ip route 0.0.0.0 0.0.0.0 < 2 ip do gateway da dslan > ex. ip route 0.0.0.0 0.0.0.0 10.118.214.1 interface efm 0.100 < acessa a interface efm 0.100 > ip address< 1 ip de gerencia do modem mais a maskara > ex. ip address 10.118.214.116 255.255.255.128 > exit < volta para o config do modem > exit < novamente para voltar ao pront inicial > write < para gravar > reload < para reinciar o modem > y < para confirmar, espere ate ele aparecer welcome digistar >
SCRIPT MODEM TITANIUM EFM
aaa off
unit remote
vlan-list add 10 0
vlan-list add 100 0
interface bond wan1 1 4
interface mgt1 ip 192.168.1.1 255.255.255.0
interface mgt1 link up
interface mgt1 dhcp none
interface mgt1.1 ip 0.0.0.0 0.0.0.0
interface mgt2 ip 10.118.194.245
255.255.255.128 <<<<< ALTERAR O IP >>>>>>
interface mgt2 link up
interface mgt2 dhcp none
interface mgt2 switch-port mode access
interface mgt2 switch-port access vlan 100
interface mgt2.1 ip 0.0.0.0 0.0.0.0
interface fe1 media auto
interface fe1 link up
interface fe1 oam off
interface fe1 switch-port mode access
interface fe1 switch-port access vlan 10
interface wan1.1-4 annex auto
interface wan1.1-4 psd sym
interface wan1.1-4 pwrbo forced 0
interface wan1.1-4 rate auto
interface wan1.1-4 switch-port mode trunk
interface wan1.1-4 switch-port trunk add 10
interface wan1.1-4 switch-port trunk add 100
ntpclient off
oam mode passive
oam off
route add0.0.0.0 0.0.0.0 10.118.194.129 1 <<<< << ALTERAR O IP >>>>>>>
snmp community no-view public rw
sys contact unknown
sys location unknown
sys name LP_3834-1092
sys secret admin 1Er4UuTuXj.96
sys secret guest 1Er4UuTuXj.96
sys timeout 300
sys timezone -3
sshserver off
telnetserver on
LP_37140496_ID__EFM_2m:show interface wan1.1-4 status Loop Status Annex Rate SNR Margin Loop Att. ----------------------------------------------------------- 1 discon. - - - - 2 discon. - - - - 3 discon. - - - - 4 discon. - - - - ########################################################################## Verificar erros do modem LP_37140496_ID__EFM_2m:show interface wan1.1-4 counters Loop 1 Counters Last: 15 minutes 8 hours 24 hours 1 week ------------------------------------------------------------------------- Code Violations (CV): 0 0 0 0 Errored Seconds (ES): 0 0 0 0 Severely Errored (SES): 0 0 0 0 Unavailable Seconds (UAS): 0 0 0 0 Loss of Sync Word (LOSWS): 0 0 0 0 Loop 2 Counters Last: 15 minutes 8 hours 24 hours 1 week ------------------------------------------------------------------------- Code Violations (CV): 0 0 0 0 Errored Seconds (ES): 0 0 0 0 Severely Errored (SES): 0 0 0 0 Unavailable Seconds (UAS): 0 0 0 0 Loss of Sync Word (LOSWS): 0 0 0 0 Loop 3 Counters Last: 15 minutes 8 hours 24 hours 1 week ------------------------------------------------------------------------- Code Violations (CV): 0 0 0 0 Errored Seconds (ES): 0 0 0 0 Severely Errored (SES): 0 0 0 0 Unavailable Seconds (UAS): 0 0 0 0 Loss of Sync Word (LOSWS): 0 0 0 0 Loop 4 Counters Last: 15 minutes 8 hours 24 hours 1 week ------------------------------------------------------------------------- Code Violations (CV): 0 0 0 0 Errored Seconds (ES): 0 0 0 0 Severely Errored (SES): 0 0 0 0 Unavailable Seconds (UAS): 0 0 0 0 Loss of Sync Word (LOSWS): 0 0 0 0 Zerar contadores do : LP_37140496_ID__EFM_2m:clear counters wan1.1-4 ########################################################################### Verificar configuração do modem LP_37140496_ID__EFM_2m# show running-config aaa off unit remote vlan-list add 10 0 vlan-list add 100 0 interface bond wan1 1 4 interface mgt1 ip 192.168.1.1 255.255.255.0 interface mgt1 link up interface mgt1 dhcp none interface mgt1.1 ip 0.0.0.0 0.0.0.0 interface mgt2 ip 10.118.190.88 255.255.255.128 interface mgt2 link up interface mgt2 dhcp none interface mgt2 switch-port mode access interface mgt2 switch-port access vlan 100 interface mgt2.1 ip 0.0.0.0 0.0.0.0 interface fe1 media auto interface fe1 link up interface fe1 oam off interface fe1 switch-port mode access interface fe1 switch-port access vlan 10 interface wan1.1-4 annex auto interface wan1.1-4 psd sym interface wan1.1-4 pwrbo forced 0 interface wan1.1-4 rate auto interface wan1.1-4 switch-port mode trunk interface wan1.1-4 switch-port trunk add 10 interface wan1.1-4 switch-port trunk add 100 ntpclient off oam mode passive oam off route add 0.0.0.0 0.0.0.0 10.118.190.1 1 snmp community no-view public rw sys contact unknown sys location unknown sys name LP_37140496_ID__EFM_2m sys secret admin 1Er4UuTuXj.96 sys secret guest 1Er4UuTuXj.96 sys timeout 300 sys timezone -3 sshserver off telnetserver on webserver on